Integrado no 176º Aniversário da nossa Instituição decorreu no dia 12 de Dezembro, no Salão Nobre, uma "Matinée Dançante", com a participação da "Tribo da Dança" de alunos e bailarinos da Zona centro que trouxeram familiares e amigos. Ña matinée Dançante, o Professor Pedro Folques incorporou a vertente social e gastronómica.
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
176º ANIVERSÁRIO
Foi com a demonstração de várias
atividades que dão vida à Assembleia Figueirense (AF) e com uma sessão solene
onde foram distinguidos os sócios mais antigos, que se assinalaram os 176 anos
da AF, no sábado dia 19 de Dezembro.
“A nossa instituição é a força
motora do associativismo figueirense, proporcionando diversas atividades, de
índole cultural e desportiva aos associados e à população em geral, com
destaque para as classes mais jovens, frisou o Presidente da AF, Mota Cardoso.
A instituição tem conseguido
acompanhar as mutações na sociedade e, actualmente, são cerca de 200 as pessoas envolvidas nas várias valências, desde a dança com a Academia Kompassos Daya Dança,
ao canto, com o grupo Canticus Camerae e os Jograis Renascidos, que
recentemente concretizou o sonho de
editar um CD/DVD (com o patrocínio do Casino Figueira) até à arte com a Escola
de Artes Plásticas e Decorativas, dirigida pela Professora Odete Redondo.
O Xadrez e o seu Festival Internacional são também importantes na AF, que tem também protocolo com a liga dos Amigos do Hospital Distrital da Figueira da Foz, que ali está sediada, e cede ainda as instalações a outras instituições e entidades.
O Xadrez e o seu Festival Internacional são também importantes na AF, que tem também protocolo com a liga dos Amigos do Hospital Distrital da Figueira da Foz, que ali está sediada, e cede ainda as instalações a outras instituições e entidades.
Na sessão solene, que contou com
o Vice-presidente da Câmara Municipal António Tavares, um dos momentos altos
foi a distinção que a Direcção prestou aos sócios com mais anos de
antiguidade. Assim, foram entregues alfinetes de prata e diplomas de
reconhecimento a Isaías Cardoso, Carlos Cardoso, Alves do Vale, José Gonçalves,
José Freitas, Mário Cardoso, António Ramos, Joaquim Oliveira, Fernando Esteves
e Joaquim Bertão.
A AF encontra-se bem sublinha o
presidente, a até tem dinheiro suficiente para realizar o tão ambicionado
projeto de ampliação de construção de um piso superior no terraço contiguo.
Contudo, o sonho continua adiado,
não por falta de verba, mas porque o PU (Plano Urbanístico) ainda não foi revisto para o permitir, explica Mota Cardoso ao nosso jornal, realçando a mais-valia da construção desta nova sala multiusos, a que dão o nome de “Jardim de Inverno”.RÉVEILLON 2015/2016
Como já é tradicional, a
passagem de ano na Assembleia Figueirense, é um evento marcante na vida dos
sócios, amigos e comunidade Figueirense, que procuram um dos melhores locais e
a melhor companhia, para dar as boas vindas ao novo ano. Assim aconteceu na
nossa Instituição, onde estiveram presentes oito dezenas de convivas.
É de salientar, a enorme
alegria, confraternização e sã camaradagem, ao som do conjunto Banda Chique.
A ementa, servida aos presentes,
foi confeccionada pelo Director Dario Acúrcio Figueiredo, e que constou de:
Frios: Croquetes, rissóis, bolos de bacalhau, camarão e queijos, entre outros;
Quentes: Sopa de peixe, Bacalhau areado, Leitão à Bairrada e Lombo de porco assado no forno com laranja;
Sobremesas: Doces e iguarias, queijos e Frutos Secos;
Bebidas: Vinho tinto e branco, Sumos, águas e cerveja, café e digestivos, Espumante e passas de uva.
176º ANIVERSÁRIO
No âmbito das comemorações do 176º Aniversário da Assembleia Figueirense foi inaugurada no dia 12 de Dezembro a Exposição/Mostra dos trabalhos de Pintura dos alunos que frequentam a Escola de pintura da Professora Odete Redondo.
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terça-feira, 15 de dezembro de 2015
IX Festival Internacional de Xadrez da Figueira da Foz
Promovido pela Assembleia Figueirense o IX Festival Internacional de Xadrez da Figueira da Foz, que decorreu de 21 a 29 de Novembro, contou com a participação de jogadores de 14 países (EUA, Polónia, Canadá, Bulgária, Ucrânia, Sérvia, Espanha, Argentina, Bangladesh, Angola, Portugal, Roménia, Inglaterra e Cabo Verde) cerca de metade dos quais são profissionais da modalidade.
Sete dos participantes neste Festival são grandes Mestres "o Título maior de um jogador de xadrez" oito são mestres internacionais e três são mestres Fides.
Sagrou-se campeão deste torneio o americano Timur Gareev, de 27 anos, residente em Los Angeles (Estados Unidos da América).
Sete dos participantes neste Festival são grandes Mestres "o Título maior de um jogador de xadrez" oito são mestres internacionais e três são mestres Fides.
Sagrou-se campeão deste torneio o americano Timur Gareev, de 27 anos, residente em Los Angeles (Estados Unidos da América).
Lançamento de Livro de António Tavares
O Livro "O Coro dos defuntos" vencedor do Prémio Leya 2015, da autoria do vice-presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Dr. António Tavares , foi apresentado por José Carlos Seabra Pereira.
Este lançamento teve lugar ao final da tarde de terça-feira, 2 de Dezembro, , no salão Nobre da Assembleia Figueirense, pequeno para tanta gente.
O livro cuja primeira edição já está esgotada vai ser também publicado no Brasil .
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
ANTÓNIO GUARDADO APRESENTOU "HISTÓRIA DO LICOR DE RABO DE RAIA"
O livro de António Guardado,
“História do licor de rabo de raia”, foi apresentado na Assembleia Figueirense,
com a presença de algumas dezenas de pessoas.
Tudo começou com os encontros da
“Companhia da Raia” e a ideia de criar um livro, digestivo, que se seguisse á
linha dos convívios em torno deste peixe. O resultado foi este livro que une
investigação, ficção e imaginação, levando o leitor a viajar por vários pontos
da região.
António Tavares vereador da
autarquia salientou que se trata de uma obra “pejada de uma saborosa imaginação
que é gratificante e quem ler vai divertir-se”. Destacou ainda a “excelente
ilustração que acompanha toda a história”, referindo-se ao trabalho de Luís
Filipe Nogueira.
António Guardado pretende mesmo
que este livro seja como que uma “pequena terapia, uma pincelada de cor, nestes
tempos conturbados que vivemos, porque é no sabor das palavras que mergulhamos
em nós próprios”.
È de forma bem-humorada que
traduz a muita investigação que a publicação exigiu, recuperando, por exemplo,
as memórias da secagem da raia pelas mulheres de Buarcos e a sua venda
posterior em Soure, ou a história da Feira de Seiça, entre outros apontamentos
históricos.
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